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Curso Governança Pública

São objetivos do Curso Governança Pública:

Capacitação prática que visa estruturar e/ou melhorar a governança nas organizações públicas, que consiste na gestão do desempenho por meio de mecanismos de avaliação, direcionamento e monitoramento da gestão dos recursos humanos, tecnológicos, materiais e financeiros de forma a agregar valor ao negócio da organização e alcançar os resultados esperados por suas partes interessadas;

Entender as diferentes atribuições e responsabilidades da governança e da gestão nas organizações públicas.  

Turmas abertas ou in-company, sob medida para sua organização
Presencial – 3 dias de duração com carga horária de 24 horas
A distância – 4 semanas de duração com carga horária de 40 horas

Leia mais

TCU – Referencial básico de gestão de riscos

O TCU acaba de publicar um material de referência para gestão de riscos na organização pública.

por Joel Solon Farias Azevedo – diretor da ProValore

Este é o oitavo artigo de uma série destinada a entender a necessidade urgente de investir na evolução da governança nas organizações públicas e assim aumentar a sua eficácia e geração de valor público.

No primeiro artigo da série – Governança pública – dicas de sucesso – falamos da necessidade de se ter um calendário anual de governança que privilegie o pensamento estratégico integrado em detrimento da lógica orçamentária inercial e continuísta, tão precária.

No segundo artigo da série – Governança pública – saiba a diferença entre governança e gestão – apontamos item a item as diferentes responsabilidades: da governança com o direcionamento estratégico e monitoramento dos resultados, e da gestão com a execução da estratégia definida e negociada.

No terceiro artigo da série – Dez práticas de sucesso na governança da gestão de pessoas – apontamos os diferenciadores da gestão do conhecimento da organização, que está nas pessoas que a compõem, e a necessidade de alinhamento do desenvolvimento do conhecimento com a estratégia e os objetivos da organização.

No quarto artigo da série – A governança e a gestão ativa dos riscos como oportunidades – tratamos do gerenciamento de risco como a permanente análise de cenários visando aproveitar ao máximo as oportunidades trazidas pelo ambiente externo.

No quinto artigo da série – Planejamento da força de trabalho – tratamos do planejamento e otimização da força de trabalho, o mais crítico de todos os recursos: a alocação ótima das pessoas e da sua inteligência e conhecimento às atividades desempenhadas pelas organizações.

No sexto artigo da série – A política de gestão de riscos do Tribunal de Contas da União – tratamos da adoção pelo TCU de uma política de gestão de riscos simples e efetiva e alinhada com as melhores práticas de auditoria mundiais, fazendo referência explicita ao tratamento das incertezas e aproveitamento das oportunidades.

No sétimo artigo da série – TCU – Resultados do Levantamento Integrado de Governança Organizacional Pública – ciclo 2017 – tratamos da avaliação do método e dos resultados do do primeiro levantamento integrado de todas as governanças, realizado pelo TCU.

O roteiro para aplicação da política de gestão de riscos

A política de gestão de riscos do TCU explicitou a necessidade de orientar a organização e seus gestores ao aproveitamento de oportunidades para maximização dos resultados. E o manual agora editado vem explicar como aplicar a política na prática.

A gestão de riscos como aproveitamento de oportunidades

O Brasil e o brasileiro são sabidamente avessos ao risco, e quando muito investem reativamente no risco negativo por meio de contingência, preparando-se apenas para as ameaças e não para as oportunidades.

Fundamento e modelos de gestão de riscos

O referencial é muito feliz ao mesclar diversas metodologias de gestão de riscos, privilegiando a gestão de riscos corporativos ou estratégicos e sobre os resultados, em relação aos riscos operacionais, sempre menores.

A responsabilidade da liderança

O referencial auxilia na estruturação dos processos e na divisão de responsabilidades no gerenciamento do risco com ênfase para a responsabilidade da alta administração.

O modelo de avaliação

O modelo de avaliação está muito alinhado com o Modelo de Excelência da Gestão (MEG) da Fundação Nacional da Qualidade e inclui a avaliação do nível de maturidade em gerenciamento de risco, que vai facilitar e muito para as organizações estruturarem seus processos de governança e gerenciamento de riscos.

Link para o documento

https://portal.tcu.gov.br/biblioteca-digital/referencial-basico-de-gestao-de-riscos.htm

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TCU – Resultados do Levantamento Integrado de Governança Organizacional Pública – ciclo 2017

O TCU acaba de divulgar os resultados do seu levantamento integrado de governança, realizado em 2017.

 

por Joel Solon Farias Azevedo
diretor da ProValore

Este é o sétimo artigo de uma série destinada a entender a necessidade urgente de investir na evolução da governança nas organizações públicas e assim aumentar a sua eficácia e geração de valor público.

No primeiro artigo da série – Governança pública – dicas de sucesso – falamos da necessidade de se ter um calendário anual de governança que privilegie o pensamento estratégico integrado em detrimento da lógica orçamentária inercial e continuísta, tão precária.

No segundo artigo da série – Governança pública – saiba a diferença entre governança e gestão – apontamos item a item as diferentes responsabilidades: da governança com o direcionamento estratégico e monitoramento dos resultados, e da gestão com a execução da estratégia definida e negociada.

No terceiro artigo da série – Dez práticas de sucesso na governança da gestão de pessoas – apontamos os diferenciadores da gestão do conhecimento da organização, que está nas pessoas que a compõem, e a necessidade de alinhamento do desenvolvimento do conhecimento com a estratégia e os objetivos da organização.

No quarto artigo da série – A governança e a gestão ativa dos riscos como oportunidades – tratamos do gerenciamento de risco como a permanente análise de cenários visando aproveitar ao máximo as oportunidades trazidas pelo ambiente externo.

No quinto artigo da série – Planejamento da força de trabalho – tratamos do planejamento e otimização da força de trabalho, o mais crítico de todos os recursos: a alocação ótima das pessoas e da sua inteligência e conhecimento às atividades desempenhadas pelas organizações.

No sexto artigo da série – A política de gestão de riscos do Tribunal de Contas da União – tratamos da adoção pelo TCU de uma política de gestão de riscos simples e efetiva e alinhada com as melhores práticas de auditoria mundiais, fazendo referência explicita ao tratamento das incertezas e aproveitamento das oportunidades.

Levantamento integrado de governança

Agora trataremos da análise dos Resultados do Levantamento Integrado de Governança Organizacional Pública – ciclo 2017, recentemente publicado pelo Tribunal de Contas da União.

Ineditismo

O Tribunal de Contas da União já fez vários levantamentos de governança isolados, avaliando as governanças pública, de TI, de pessoas e de aquisições. Mas é a primeira vez que faz um levantamento integrado e completo, cujo resultado serve de diagnóstico organizacional.

Publicidade

Já houve publicidade dos resultados, como por exemplo no levantamento de governança de gestão de pessoas, que até mesmo permitia a comparação entre diferentes organizações, mas pela primeira vez são publicados todos os resultados de todas as organizações participantes.

Análise comparativa

Pela primeira vez os resultados da organização são comparados com o segmento, o grupo e o total de organizações. Assim é possível visualizar se a organização está na frente ou atrás das demais organizações, item por item.

tcu levantamento governança 2017

Amplitude do diagnóstico

O levantamento desce ao nível do detalhe dos principais processos de governança e gestão, operacionais e de apoio, de forma análoga ao Modelo de Excelência da Gestão – MEG, da Fundação Nacional da Qualidade – FNQ.

Orientação a resultados

O questionário foi estruturado em cinco grandes blocos: Liderança, Estratégia, Accountability, Operação e Resultados, totalmente alinhado ao MEG da FNQ.

Link para os resultados

O acórdão, os dados e os relatórios individuais estão disponíveis em

http://portal.tcu.gov.br/governanca/governancapublica/organizacional/levantamento-2017/resultados.htm

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Curso Auditoria Baseada em Riscos

São objetivos do Curso Auditoria Baseada em Riscos:

Capacitação prática para formar auditores e analistas de desempenho e de resultados em processos, notadamente para as áreas de auditoria, controladoria, corregedoria e assessoria de gestão;

Entender o processo de planejamento e execução de auditoria com foco nos resultados e não nos procedimentos.

Turmas abertas ou in-company, sob medida para sua organização

Presencial – 3 dias de duração com carga horária de 24 horas
A distância – 4 semanas de duração com carga horária de 40 horas

Objetivos

A auditoria baseada em riscos prioriza a avaliação da efetividade dos processos mais relevantes ao atingimento dos objetivos definidos na estratégia da organização.

A administração, seja pública ou privada, visa a entrega de bens e serviços com qualidade crescente e no nível de qualidade requerido pelos clientes, a uma boa relação custo/benefício.

O foco passa a ser o gerenciamento dos resultados e a maximização do aproveitamento de oportunidades com a realização dos ajustes ainda na tendência de forma a garantir o alcance das metas, indo muito além da conformidade.

Público-alvo

Gestores e futuros gestores, assessores, auditores e analistas de desempenho e de resultados em processos, direta ou indiretamente envolvidos com a gestão da estratégia nas organizações e os riscos assumidos e/ou dela decorrentes.

Metodologias ativas e interação

No ensino presencial, misto ou a distância, são aplicadas metodologias ativas conduzidas por instrutores/tutores de nível sênior, que promovem a reflexão e a análise crítica dos problemas e soluções a partir da realidade dos treinandos. A interação e discussão assíncrona ocorre no nível individual e em grupo no ambiente virtual de aprendizagem EadPoint, a partir do conteúdo multimídia disponibilizado.

Programa

Módulo I – Definições e normatização

Papel e política de gestão de riscos do TCU – risco como oportunidade
Avaliação da maturidade em gestão de riscos
Riscos sobre resultados e riscos operacionais
O ponto de partida: definição de metas de resultado nos processos
Importância da metodologia de auditoria baseada em riscos
Normas relacionadas ao risco em auditoria
Metodologia da auditoria baseada em riscos

Módulo II – Planejamento

Auditoria permanente ou remota
Auditoria de excelência ou aprendizado
Auditoria por demanda ou de recuperação
Plano anual de auditoria com foco no desempenho dos processos
Planejamento das auditorias
Identificação e avaliação de riscos
Matriz de risco
Levantamento dos controles
Elaboração do programa de trabalho
Procedimentos de auditoria

Módulo III – Execução dos trabalhos

Avaliação de desempenho dos processos
Aplicação dos testes e classificação dos controles
Cálculo do risco residual
Matriz de achados
Validação da matriz de achados

Módulo IV – Gerenciamento e comunicação dos resultados

Gerenciamento da auditoria e sistematização do monitoramento
Gerenciamento do status das deliberações
Introdução e visão geral da comunicação dos resultados
Uniformização e padronização de melhores práticas
Processo interativo de gestão das melhorias identificadas
Processo de suporte à governança corporativa
Capítulos principais
Conclusão

O que o aluno recebe

Apostila com o material utilizado
Certificado de conclusão

Investimento

ModalidadePresencialA distância
Instrutoria/tutoria com notória especializaçãoSIMSIM
Instrutoria/tutoria com vasta experiência em gestão públicaSIMSIM
Atestados de capacidade técnicaSIMSIM
Metodologia de orientação a resultados e aproveitamento de oportunidadesSIMSIM
Valor da inscrição sem descontoR$ 3.450,00R$ 590,00
Valor da inscrição com desconto fidelidade de 10% para organizações que já são clientesR$ 3.105,00R$ 531,00
Valor da inscrição com desconto de 10% com uso de qualquer forma de pagamento diferente de nota de empenhoR$ 3.105,00R$ 531,00
Valor da inscrição com ambos os descontosR$ 2.760,00R$ 472,00

Leve o curso para a sua organização, faça como os nossos clientes 

Turmas previstas na modalidade a distância em 2019

Abril – 01 a 28 de abril
Agosto – 01 a 28 de agosto
Outubro – 01 a 28 de outubro

Inscrição

Para inscrever-se preencha o formulário abaixo ou ligue no telefone 61 4042 3586 ou envie um e-mail informando a organização, o curso, a turma, nome e e-mail dos participantes e a forma de pagamento.

Todas as formas de pagamento estão disponíveis:
– cartão de débito, cartão de crédito à vista ou parcelado, por meio do UOL PagSeguro;
– crédito na conta corrente;
– nota de empenho, para organizações públicas. Baixe as certidões atualizadas clicando aqui.

Dados da empresa

EADPRO Treinamento e Desenvolvimento Profissional e Gerencial Ltda.
CNPJ 12991627/0001-30

Inscrição Curso Auditoria Baseada em Riscos

Inscrição Curso Auditoria Baseada em Riscos

Enviando
Futuro

Sinais indicativos da falta de planejamento na sua organização

Mesmo depois de vários planejamentos estratégicos as coisas ainda continuam difíceis e complicadas na sua organização? Porque a decisão demora tanto? Porque as decisões ainda são reativas?

falta de planejamento

por Joel Solon Farias Azevedo, diretor da ProValore

Listamos abaixo mais alguns sinais de que a sua organização precisa elevar o seu nível de maturidade em planejamento e gestão:

Problemas de comunicação

Sua organização tem um plano estratégico completo e detalhado que na prática não foi comunicado adequadamente (as pessoas não conhecem e não entendem). E as decisões costumam não seguir este plano.

Problemas com a gestão de resultados

Sua organização tem objetivos e metas definidos mas não gere adequadamente o alcance dos resultados ainda na tendência, a ponto de tomar decisões de priorização e despriorização de ações e de aumentar o esforço ainda no meio do ciclo, de forma a garantir o alcance das metas.

Problemas com a gestão do desempenho dos processos

Os resultados dos processos não são medidos adequadamente e/ou não estão disponíveis tempestivamente para suporte à tomada de decisão para todos os gestores em todos os níveis.

Problemas com a gestão do desempenho da mudança e dos projetos

Ainda são aprovadas ideias e não projetos, sem análise de viabilidade e o planejamento mínimo necessário à execução com sucesso.

Ainda são escolhidos gerentes para os projetos sem observar os critérios de competências gerenciais e perfil adequado para o cargo e o tamanho do desafio.

Ainda opera-se na premissa falha de que um gestor de processo pode acumular a gestão de um projeto, quando todo mundo sabe que isto não dá certo.

Problemas de governança

A baixa orientação ao futuro e alta orientação ao passado (aquilo que comumente chamamos de conservadorismo) contribui para a manutenção de práticas arcaicas de controle operacional excessivo que infelizmente só contribuem para a redução do apetite ao risco positivo e ao desperdício de oportunidades. Ao contrário, estimula o medo e o viés para o risco negativo carregando custos desnecessários, na perspectiva quase sempre falsa da punição pelos erros cometidos.

Os intervenientes internos da governança, como conselhos, comitês e especialmente a auditoria não detém a informação gerencial necessária à tomada de decisão estratégica de qualidade.

A concentração de poder nas áreas e nas pessoas oculta ou dificulta o acesso à informação gerencial, que deveria estar disponível a todas as pessoas em sistemas de gerenciamento, inclusive com a informação da tendência de alcance ou não dos resultados negociados coletivamente e individualmente para o período de avaliação.

A unidade de auditoria ainda opera na lógica de conformidade e compliance, portanto, no passado e no presente e sem orientação para a melhoria e a mudança, no futuro.

Problemas de integração

As diversas áreas e funções administrativas distribuídas na organização tem baixa integração e operam quase como unidades autônomas. Temos visto casos até de orçamento inercial próprio das áreas, desconectados da estratégia.

Problemas no processo decisório e na cultura organizacional

Excesso de poder concentrado na alta administração e permissivismo para com a decisão monocrática até mesmo sem considerar pareceres de órgãos técnicos, em detrimento da decisão colegiada, de melhor qualidade e de menor risco.

Na ausência de uma cultura proativa e orientada à mudança e integração de resultados e benefícios para os clientes e colaboradores, costuma ocorrer uma cultura reativa com culto aos heróis de curto prazo apagadores de incêndios, decorrentes justamente da falta de planejamento.

A tempestividade da decisão (normalmente lenta) não atende à velocidade da mudança requerida nos ciclos de mudança, que são cada vez mais curtos. Como consequência a organização vai ficando cada vez mais desatualizada, cada vez mais rápido.

 

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