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10 competências que todo profissional vai precisar até 2020

Confira as habilidades que vão ganhar destaque no mercado de trabalho, segundo relatório do Fórum Econômico Mundial

em exame.abril.com.br

São Paulo – Até 2020, 35% das habilidades mais demandadas para a maioria das ocupações deve mudar. A afirmação parte de relatório produzido pelo Fórum Econômico Mundial publicado nesta semana. As mudanças são justificadas no contexto da chamada Quarta Revolução Industrial: era da robótica avançada, automação no transporte, inteligência artificial e aprendizagem automática. Sim, nos próximos quatro anos estes e fatores sócio econômicos, geopolíticos e demográficos terão impacto direto no mundo do trabalho: seja no surgimento ou desaparecimento de profissões, seja no hall de habilidades demandadas pelo mercado. Muitas delas estão ligadas a ações ainda impossíveis de serem tomadas por máquinas. O foco do relatório está nos aspectos que ainda nos fazem superar os robôs. Profissionais dos setores de mídia e entretenimento, consumo, saúde e energia, segundo o relatório, têm sido mais afetados desde já pelas novas exigências de suas atividades. Por outro lado, áreas de finanças, infraestrutura e mobilidade deverão ter transformações mais profundas nos próximos anos. Como afirmou a professora Mireia Heras da espanhola IESE Business School, a única certeza é que tudo vai mudar por isso a flexibilidade e a adaptabilidade ganham tanta importância no contexto profissional. A seguir, veja nas fotos, quais as 10 habilidades que todo profissional vai precisar até 2020, em maior ou menor escala, para ter sucesso no trabalho:

Resolução de problemas complexos

Esta competência já prevista como a mais exigida para 2015 e volta a aparecer no topo do ranking de previsões para 2020. De acordo com o relatório do Fórum Econômico Mundial, nos próximos quatro anos 36% das atividades em todos os setores da economia deverão exigir habilidade para solução de problemas complexos. 

Pensamento crítico

Pensamento estruturado, capacidade de comunicação clara, habilidade de fazer as perguntas certas, de reconhecer o problema atrás do problema e de olhar para uma questão sob diferentes perspectivas define o conceito de pensamento crítico, segundo explicou a professora Giedre Vasiliauskaite, da pós-graduação da Universidade de Rotterdam, em entrevista a EXAME.com. A especialista no assunto define esta como a competência do século 21. No relatório publicado pelo Fórum Econômico Mundial, o pensamento crítico é definido como o uso da lógica e da racionalização para identificar forças e fraquezas de soluções alternativas, conclusões e abordagens a problemas. Na segunda posição do ranking para 2020, esta era a quarta habilidade mais destacada nas previsões do Fórum para 2015.

Criatividade

Profissionais criativos terão a oportunidade de se beneficiar desde cenários de rápidas transformações em produtos, tecnologias e modos de trabalho. Lembre-se: os robôs perdem para nós em criatividade. Ainda não conseguem ter ideias inusitadas e inteligentes ou desenvolver alternativas criativas para resolver problemas. Por isso, a habilidade que era a 10ª da lista de previsões das demandas de mercado para 2015, agora faz parte das três habilidades mais destacadas para 2020.

Gestão de pessoas

A capacidade de motivar, desenvolver pessoas e de identificar talentos é a parte da função de um gestor mais destacada pelo relatório do Fórum Econômico Mundial. Nos setores de energia e de mídia, esta habilidade é vista como uma habilidade chave até 2020.

Coordenação

A capacidade de coordenar as próprias ações de acordo com as ações de outras pessoas era a segunda habilidade mais destacada para o mercado de trabalho em 2015, e agora aparece em quinto lugar nas previsões de demanda do mercado de trabalho até 2020. Vale destacar que para líderes trata-se de uma competência crítica. É que aspectos ligados à colaboração e facilitação de processos são algumas das características que especialistas apostam como obrigatórias nos CEOs do futuro.

Inteligência Emocional

Ainda ausente no currículo acadêmico, a gestão das emoções é fundamental a profissionais. Segundo o economista espanhol José Ramón Pin, professor da IESE Business School, a gestão adequada das emoções é uma habilidade que pode fazer profissionais passarem pela crise com mais serenidade e sem perder o “espírito de luta”. A importância dada à inteligência emocional é mais recente no imaginário corporativo. A competência não aparecia nas previsões de habilidades exigidas pelo mercado em 2015 e, agora, ocupa o sexto lugar na lista para 2020. Um dos aspectos que deve ser levado em consideração é o fato de que a inteligência artificial ainda passa longe de aspectos de gestão emocional.

Capacidade de julgamento e de tomada de decisões

Pessoas hábeis em analisar dados e ambiente e tomar decisões a partir disso já se destacam no mercado e tendem a ser ainda mais disputadas até 2020, segundo o relatório. A competência era a oitava mais demandada na lista de previsões de competências em destaque para 2015 e subiu para a sétima posição.
Segundo o professor britânico Dave Snowden – fundador da Cognitive Edge, uma rede de pesquisa internacional, e criador do Cynefin Framework, uma metodologia específica para nortear decisões – um bom líder será sempre bom na tomada de decisões em ambientes de alta complexidade, contexto mais frequente na rotina corporativa. Acertar em soluções neste ambiente é meio caminho para o sucesso no mundo dos negócios de acordo com o especialista.

Orientação para servir

A inclinação para ajudar os outros perdeu uma posição no ranking na comparação com as demandas do mercado para 2015 e para 2020. No entanto, é ainda vista como uma habilidade indispensável ao trabalho em equipe.

Negociação

Relacionar-se com pessoas é um constante negociar. Por isso, habilidades de negociação e conciliação de diferenças são importantes para todos os profissionais. Mas o relatório do Fórum Econômico Mundial destaca as áreas de computação, matemática, artes e design como as que mais vão exigir bons negociadores até 2020.

Flexibilidade cognitiva

Capacidade de criar ou usar diferentes conjuntos de regras para combinar ou agrupar as coisas de diferentes maneiras. É assim que o relatório do Fórum Econômico Mundial define a flexibilidade cognitiva. A habilidade não constava na lista de demandas previstas para o mercado de trabalho em 2015, mas já começa a ganhar importância, tendência que deve se acentuar nos próximos quatro anos. O relatório cita os setores de bens de consumo, comunicação e tecnologia da informação como aqueles que mais vão exigir esta capacidade de seus profissionais.

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As três principais habilidades do gerente de projetos do futuro

Talvez você não tenha percebido, mas a gestão mudou, e mudou muito. E a gestão de projetos com aquela abordagem tecnicista e baseada na premissa falsa de que as coisas não vão mudar, que o mundo vai parar e ficar aguardando pela entrega do produto do seu projeto já tem pouco valor e não é mais nenhum diferencial.

negiciacao

por Joel Solon Farias Azevedo, MBA, PMP, CBPP
inspirado e adaptado de http://www.projectmanagement.com/blog-post/20608/What-Do-Next-Gen-Project-Leaders-Look-Like-/

Pois pensemos em algumas habilidades que o profissional gestor de projetos e gestor da mudança terá que ter no futuro, para que tenha sucesso nas intervenções de mudança nas organizações:

  1. Alinhamento estratégico constante e foco nos resultados a serem alcançados, e não nas entregas

Convenhamos, focar nas entregas do projeto é estar focado nos meios e não nos fins. As entregas do projeto são, literalmente, ovos que precisam ser chocados para depois dar à luz a filhos que precisam crescer para talvez, um dia, contribuírem para os resultados esperados pelas partes interessadas.

Os gerentes do futuro deverão ter a clara noção (atualizada o tempo todo) do quanto os produtos do seu projeto contribuirão para o alcance dos resultados esperados e ser flexível o bastante para ajustar a todo momento tais entregas e produtos de modo a garantir o alcance do objetivo do projeto.

Para isto, deve interagir diretamente e o tempo todo com partes interessadas e patrocinadores, que sabemos que mudam de ideia o tempo todo também. Se não agir assim este gerente estará morto, extinto.

  1. Deve ser mais, muito mais gerente e bem menos técnico

Já tem muito tempo que o aspecto técnico é o menos importante na gestão da mudança, porque o conhecimento técnico normalmente pode ser acessado facilmente via assessoria, parceira e terceirização.

A gestão da mudança exige habilidades mais softs, como comunicação, negociação, relacionamento interpessoal, gestão de pessoas e de equipes, gestão de conflitos, orientação a resultados, gestão de riscos com foco nas oportunidades, etc. etc., só para citar algumas.

Só que, infelizmente, muitas organizações com baixo nível de maturidade gerencial escolhem seus gestores por critérios técnicos, e o resultado disto é lastimável. Por exemplo, um técnico alocado em um cargo gerencial, com visão limitada dos resultados e dificuldade de comunicação e de negociação tende a se afastar das partes interessadas e patrocinadores e ao mesmo tempo acelerar a entrega daquilo que foi definido precariamente, às vezes com quase nenhuma participação das partes interessadas e patrocinadores!

Sabe quando o escopo é imaginado por alguns poucos técnicos iluminados? Você já viu isto, né? O resultado você já conhece: entregar ao final do projeto alguma coisa insuficiente e às vezes até inservível. E aí perdeu-se tempo, dinheiro, paciência, mas o principal: a oportunidade de realizar a mudança no momento mais adequado.

  1. Comunique-se ou morra.

Aqui estamos sendo bem redundantes mesmo. A competência de comunicação sempre foi o diferencial dos gestores de sucesso, desde os tempos mais primitivos.

Só que, à medida que ficamos cada vez mais interconectados, com equipes e partes interessadas dispersas com mais comunicação remota e menos presencial, a competência de comunicação fica ainda mais crítica.

Estamos falando de comunicação efetiva: conversar, falar, explicar, entender, tirar todas as dúvidas e confirmar o que precisa ser feito, para reduzir a chance de ocorrência daqueles tais mal-entendidos que você já viu falar por aí.

No passado conversava-se mais pessoalmente, nem telefone tinha, e mesmo assim havia ruído e problemas. Imagina agora, que as pessoas falam menos e escrevem mais. E olha que por escrito é bem difícil de explicar as coisas, quase impossível mesmo. E do outro lado talvez o seu interlocutor simplesmente não entenda nada, simplesmente nada do que você quis dizer. E aí? Fracasso garantido.

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