Pense de maneira inovadora e faça acontecer

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Para estimular a inovação, transforme funcionários em colaboradores e estes em gestores de seus próprios projetos.

Rotina corrida, se destacar entre os concorrentes, consolidar informações e organizá-las dentro da empresa, e ainda colocar ideias em prática nem sempre são tarefas tão fáceis e simples de serem desenvolvidas.  Muitas companhias ainda sentem dificuldade de produzir o material atual do seu segmento, pensar nas consequências benéficas para o futuro, além de oferecer ótimo preço, qualidade e ainda aplicar tecnologia ao desenvolvimento e elaboração do produto.

Segundo Anderson Rossi, professor do Núcleo de Inovação da Fundação Dom Cabral, “nos últimos dez anos, as empresas têm se preocupado cada vez em buscar modificações, o que antigamente era raro. Agora, elas se preocupam em caçar desafios, organizar adequadamente a rotina, propor melhorias aos funcionários, motivá-los e, ainda achar práticas diárias que sejam inovadoras e funcionem”.

De acordo com o especialista, as empresas precisam criar condições para que os colaboradores possam pensar em uma ação em longo prazo, transformando ideias em ações sem precisar de orientações de um superior. O mercado tem que se adequar as novas exigências multiuso, em que uma pessoa saiba todos os processos de criação e conclusão da sua área de atuação.

Modifique os processos para gerar inovação

Para que as empresas brasileiras ganhem maior notoriedade no mercado, como é o caso da China e seus produtos, as organizações devem dar espaço aos intraempreendedores – colaboradores capazes de se adequar as mais diversas situações e mostrar resultados satisfatórios.

“Quando a instituição transforma o colaborador em empregado, automaticamente faz com que não sejam geradas inovações, pois, em sua maioria eles precisam de ordem para funcionar. Por isso, o funcionário precisa se tornar, realmente, parte da empresa e um líder de negócios”, afirma Rossi.

Além disso, para se destacar diante dos demais concorrentes é preciso conhecer e dominar os métodos utilizados pelo concorrente, saber do que ele é capaz e quais as ambições para ganhar o comércio nacional e internacional. Com isso, o adversário pode se tornar fonte de pesquisas e auxiliar – sem saber – em melhorias.

“Para as empresas, um dos passos para obter o sucesso é ficar atenta e verificar qual sua margem de lucro a cada mês, os valores não podem se perder, devem ser monitorados e, se for o caso, cortar gastos supérfluos. Além disso, devem monitorar as tendências do mercado e levantar quais as necessidades e percepção do cliente”, alerta o professor Rossi.

No sentido oposto, transformar funcionários em colaboradores e estes em gestores de seus próprios projetos traz para a companhia mais engajamento e comprometimento de cada um, de modo que todos tenham ideias que são valorizadas e colocadas em prática.

Segundo afirma Alvaro Mello em seu artigo “Estímulos ao processo de inovação, associados ao intraempreendedorismo”, o intraempreendedor é considerado o agente responsável pelas inovações que mudam a situação competitiva das empresas. “Considerando a capacidade empreendedora como um conjunto de competências a serem desenvolvidas, algumas empresas estão desenvolvendo tentativas de estimular o surgimento da atitude empreendedora entre sua equipe de funcionários”, afirma.

Rossi diz que há empresas que são ambidestras – que pensam no hoje e no amanhã com projetos inteligentes – por esse motivo, vivem e perduram com sucesso por muito mais tempo. Elas são seguramente capazes de manter uma boa organização de dados, pesquisas e informações, propor mudanças e colocá-las em prática.

Além disso, em sua maioria, as ambidestras são formadoras de opinião e de novidades, afinal, estão sempre além do mesmo e, principalmente, se mostram abertas para aproximar mais o cliente e satisfazê-lo.

“Manter parcerias com instituições públicas e até mesmo com os próprios clientes ou alguma outra fonte de informação que pode fazer parte de um projeto, opinando com ideias, sempre traz resultados bons e satisfatórios. Não há porque ter medo de inovar e buscar diferentes soluções para a realização de um bom trabalho”, finaliza Rossi.

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