Livro discute a eficácia dos modelos de gestão e liderança aplicados na América Latina

em http://www.fia.com.br/releases/livro_alfredo_behrens.pdf

Alfredo Behrens, Professor de Liderança da Faculdade FIA, faz uma reflexão sobre as lições que grandes líderes do continente deixaram para o mundo corporativo atual

Com o objetivo de analisar as práticas de liderança que mais obtiveram êxito na América Latina, o livro “Fuzilar heróis e premiar covardes – o caminho certo para um desastre organizacional” (Editora BEI, 276 páginas) conta a história através de dois personagens que atravessam o continente americano discutindo a eficácia dos autênticos modelos de gestão de pessoas de grandes líderes revolucionários, antes dos ensinamentos da Harvard Business School.

No enredo, o autor, Alfredo Behrens, que é professor da Faculdade FIA de Administração e Negócios e especializado no assunto, discute a idiossincrasia dos povos e dos seus líderes. O objetivo é entender qual o modelo mais eficaz para a realizar a gestão desse trabalhador.

“Durante pesquisa sobre o tema pude avaliar que os latinos precisam gostar dos colegas com os quais atuam. Já no modelo americano, o recrutamento e seleção privilegia as competências do candidato”, afirma Behrens, que acrescenta “porque entre os americanos gostar do colega de trabalho não é tão importante para poder se trabalhar junto”.

O autor ainda complementa: “aqui as pessoas necessitam ser recrutadas e selecionadas não somente pelas competências, mas principalmente pela afinidade. Uma escola de samba dá certo porque todos colaboram, porque são um time antes de entrar para a escola de samba. Nela, trabalham por um objetivo maior que o dinheiro em si, e esta é a lição que deveríamos colocar em prática no mundo corporativo latino-americano. Entre nós, poder nos divertir e fazer amigos é uma característica importante do lugar de trabalho. Mas, no conceito corporativo americano, diversão custa dinheiro; aí cortam o cafezinho e a dona Maria que o servia”.

“Quem corta cafezinho é Coiote e não Papaléguas”, diz o professor Behrens, “e nós torcemos pelo Papaléguas no lugar do Coiote, como faz o americano caucasiano. O chefe Coiote, na subsidiária, que é indicado pela matriz, cheia de Coiotes, desconfia
do trabalhador brasileiro porque o acha Papaléguas demais”, argumenta. “Então o chefe Coiote acha necessário colocar controles, e montar armadilhas, das quais o trabalhador Papaléguas se defende através do descompromisso com os objetivos da empresa”, completa.

Sobre o autor:
Alfredo Behrens é economista e professor de Liderança Intercultural nos cursos de graduação, pós-graduação e MBA da FIA.

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