A gestão de processos como uma engrenagem

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A idéia de gestão de processos está cada dia mais em alta em reuniões, nos corredores, no vocabulário das grandes corporações, mas ainda não está sendo executada de fato e de direito.

De que formas podemos colaborar para que esse discurso saia do papel e vá realmente a prática, sendo inserido na cultura das organizações e no dia-a-dia dos profissionais?
Fazer uma boa gestão, ser um bom gestor já é um grande desafio. Agora, juntar a tudo isso ter que olhar a empresa, a equipe, as atividades de maneira não hierárquica, cria ainda mais um cenário novo e ainda não tão explorado.
Quando falamos em gestão de processos, estamos falando da nova revolução industrial do século 21. Não se consegue mais trabalhar com margens altas como no passado, o cenário de mercado atual não nos permite obter lucros acima da média como antigamente, quando muitas coisas vendidas eram inovações.
Hoje, podemos dizer que serviços e produtos são grandes remakes e a melhor maneira de lucrar está no volume ou em grandes inovações.
Com o mercado saturado de produtos e serviços iguais, com os profissionais cada vez mais especializados, as grandes empresas só tem um caminho para aumentar seu lucro: alterar sua forma de trabalho, ou seja, aplicar novos métodos.
E criar métodos e executá-los de maneira eficiente requer muita gestão dos processos envolvidos. Requer que os profissionais deixem de enxergar a empresa como um grande acumulado de setores e departamentos, e enxerguem a empresa como um carro em movimento na estrada, onde cada troca de marcha, cada frenagem, cada aceleração são atividades seqüenciais e uma dependente da outra.
Fazendo um paralelo, é como se cada profissional se enxergasse como uma peça numa grande engrenagem, onde se um parafuso se soltar, faltar qualquer tipo de lubrificação, a roda pára.
Neste exemplo, podemos enxergar o grande desafio pro gestor: fazer com que as peças possam ser mexidas sem comprometer a velocidade e constância com que a roda gira!
Estamos no caminho, mas ainda temos muito que trabalhar, muito pra construir para podermos chegar num nível de maturidade ideal.

Rodrigo Possatto Rothstein

* Rodrigo Possatto Rothstein é Gerente de Processos, Qualidade e Planejamento da Embratec GoodCard – Ecofrotas. Atua no mercado de qualidade, processos e TI há mais de 15 anos e possui especialização em Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável.

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